Países europeus caem em ranking dos passaportes mais poderosos do mundo

O passaporte alemão caiu uma posição em relação ao ranking dos documentos de viagem mais poderosos do mundo, divulgado nesta terça-feira (19). No levantamento apresentado no início deste ano, o país germânico ocupava a segunda posição; agora, a terceira. A Espanha se manteve no 3º lugar, mas Finlândia, Itália e Luxemburgo caíram da 3ª para a 4ª posição.

O ranking é liderado pelo Japão, cujos cidadãos podem viajar para 193 países sem precisar aplicar para vistos de entrada. Na vice-liderança, aparecem Cingapura e Coréia do Sul, com acesso livre a 192 nações.

O levantamento foi realizado pelo departamento de pesquisas da Henley & Partners, empresa britânica de consultoria e referência mundial em estudos sobre cidadania e residência. Para determinar a posição de um passaporte no ranking, os pesquisadores consideram o número de países que podem ser acessados pelos portadores do documento sem a necessidade de um visto. Consequentemente, por ser o único critério de definição da importância de cada passaporte, diversas nacionalidades possuem pesos iguais, o que faz com que ocupem a mesma posição no ranking.

O estudo considerou 227 destinos. Ao todo, 26 passaportes europeus compartilham das 10 primeiras posições do ranking, que também conta com países da América do Norte e da Ásia, além da Austrália e Nova Zelândia. O Brasil e a Argentina, por exemplo, dividem a 19ª posição, atrás, no entanto, de outras 33 nacionalidades, incluindo o Chile. O país africano mais bem colocado no ranking é o arquipélago de Seychelles, composto por 115 ilhas no Oceano Índico.

Veja os passaportes que ocupam o top 10 dos mais poderosos do mundo (e o Brasil)

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