Inglaterra confirma reabertura de pubs e restaurantes para a próxima semana

Estabelecimentos só podem servir clientes em áreas abertas. Foto: Kampus/Pexel

Pubs e restaurantes com áreas abertas, comércio não-essencial, salões de beleza e academias reabrem na próxima segunda-feira (12) na Inglaterra. A informação foi confirmada pelo primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, que dá sequência ao roteiro de flexibilização do lockdown à medida em que o número de hospitalizações e mortes por Covid-19 diminui no território britânico.

Durante coletiva de imprensa em Downing Street, Londres, nesta segunda-feira (5), o primeiro-ministro pediu cautela e que a população não seja “complacente”, já que a situação em outros países é grave em relação ao coronavírus. Boris disse que ele mesmo irá para um pub na próxima semana reproduzir o que parece ser um dos momentos mais esperados pelos britânicos desde o início do lockdown: tomar uma pint (caneca de cerveja).

O governo britânico também espera que no dia 17 de maio, quando há uma nova etapa prevista no roteiro de flexibilização, seja possível reduzir as restrições sobre viagens internacionais, mas destacou que ainda é cedo para isso ser confirmado. Mais informações devem ser divulgadas antes da data. Além disso, eventos pilotos também serão realizados na metade de abril para testar a eficácia de um sistema de testes ao Covid-19.

Também reabrem, na próxima segunda-feira, atrações ao ar livre, como zoológicos e parques temáticos, além de prédios públicos, como bibliotecas e centros comunitários. Passam a ser permitidas ainda pernoites fora de casa, na Inglaterra, e o número de visitantes em lares de idosos aumentará para dois por residente.

No entanto, as reuniões ao ar livre ainda continuam limitadas a seis pessoas ou a duas famílias. Não é possível socializar em ambientes fechados com ninguém que não seja parte de uma bolha de apoio ou que não more na mesma casa.

No Reino Unido, 31,6 milhões de pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra Covid-19. Também, conforme dados apresentados pelo governo britânico, as vacinas se mostraram suficientemente eficazes na redução de hospitalizações e mortes de vacinados e as taxas de infecção não apresentam o risco de um aumento nas hospitalizações.

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