Madri: fim das restrições de horário em restaurantes, cinemas e teatros

Foto: Canva

A partir do dia 20 de setembro a população madrilenha poderá desfrutar dos restaurantes e bares da capital, bem como dos teatros e cinemas, com mais liberdade e sem restrição de horários.  O anúncio foi feito pela presidente da Comunidade de Madri, Isabel Díaz Ayuso, em Milão, onde recebeu um prêmio do Instituto Bruno Leoni pela gestão da pandemia na capital espanhola.

Com o alívio das restrições, os restaurantes poderão ficar abertos até as duas horas da manhã e os bares e discotecas até às seis horas da manhã, como antes da pandemia. A capacidade máxima de lotação será de 75% nas áreas internas, de 100% nas zonas exteriores e o número de pessoas permitido em cada mesa amplia de oito para 10. Somente os balcões dos bares ainda não poderão ser utilizados pelos frequentadores. O consumo de comidas e bebidas só poderá ser feito nas mesas, mas o uso de máscaras segue obrigatório em locais fechados.

Pioneira em ampliar o horário de funcionamento dos locais de ócio na Espanha, Isabel Díaz Ayuso reafirmou seu compromisso em seguir trabalhando para que não haja mais fechamentos de negócios na capital. “Nossa intenção é seguir avançando em novas medidas de relaxamento de restrições se a situação continuar melhorando. Estamos no caminho correto e devemos seguir por esta linha”, afirmou a política.

Segundo Isabel, a decisão foi tomada depois da análise detalhada dos dados epidemiológicos e econômicos de Madri e do resultado das medidas aplicadas durante a pandemia. “O PIB (Produto Interno Bruto) de Madri cresceu 31,7%, 12 pontos acima da média nacional segundo o INE (Instituto Nacional de Estatística) e nós recuperamos os níveis de emprego que tínhamos em 2019, enquanto no resto do país ainda há 124 mil pessoas desempregadas a mais, desde então”, repetiu ela. 

Além disso, a Comunidade de Madri avança na vacinação da população em geral. Segundo o último relatório divulgado, 76,8% da população já foi imunizada com ao menos uma dose, e 71,7% da população com as duas doses.

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